terça-feira, 8 de outubro de 2013




APRESENTAÇÃO CARMEN

Olá minhas amigas
Colegas e formadora
Sou Maria do Carmo Pereira
No Pnaic sou formadora

Tenho esposo e um filho
Que amo de paixão
Por eles sou quem sou
São minha vida, minha razão.

Moro em Jucuruçu
Cidade do sul da Bahia
Tem um povo muito humilde
Que busca sempre a sabedoria


Hoje vê no Pnaic
Uma grande oportunidade
De gerar conhecimento
Ampliando o saber da cidade.

Sou educadora
Com 32 anos de idade
Tempo de experiência
Estudos e muita amizade.

Busco a cada dia
Fazer o meu melhor
Apreender conhecimento
Sei que não estou só.

Tenho novos amigos
Professores e orientadores
Que juntos nas formações
Descobrimos novos valores.

Assim neste momento
Aproveito para agradecer
A todas as pessoas
Que favoreceram este viver.




Para refletir

Respeite as diferenças


Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Reuniram-se e começaram a escolher as disciplinas. O pássaro insistiu para que o vôo entrasse. O peixe, para que o nado fizesse parte do currículo também. A toupeira achou que cavar buracos era fundamental. O coelho queria de qualquer jeito a corrida.
E assim foi…
Incluíram tudo, mas cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichos praticassem todas as disciplinas. O coelho foi magnífico na corrida, ninguém corria como ele. Mas queriam ensiná-lo a voar. Colocaram-no numa árvore e disseram: – Voa, coelho! Ele saltou lá de cima e quebrou as pernas. Não aprendeu a voar e acabou sem poder correr também. O pássaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar buracos como uma toupeira. Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, nem cavar buracos.

Moral da história:

Todos nós somos diferentes. Cada um tem uma coisa de bom. Não podemos forçar os outros a serem parecidos conosco. Desta forma, acabaremos fazendo com que eles sofram, e no final, não serão nem o que nós queríamos, nem o que eles eram em sua essência.
Universidade Federal da Bahia
Faculdade de Educação
Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa
Pólo: XXIV
Município: Jucuruçu
Orientadores de estudo: Maria do Carmo Pereira, Ronerian Nunes Coelho e Reginaldo Alves Correia

Avaliando o percurso da formação de professores

O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa vem enfatizando o desejo do município de Jucuruçu, Bahia de promover a formação dos professores alfabetizadores e, por conseguinte, melhorar o desenvolvimento da aprendizagem dos alunos. Para tanto, utilizou em cada encontro diferentes estratégias (Vídeos com mensagens reflexivas, mimos, brincadeiras, jogos e dinâmicas, debates, leituras informativas e recreativas, produções textuais e artísticas, etc.) que objetivavam motivar e instruir os  docentes  no que tange à relevância da formação continuada para que a alfabetização e o letramento de fato aconteçam. Destarte, isso vem se concretizando, e, embora as dificuldades surgidas com a mudança atitudes, os desafios estão sendo superadas.
Neste sentido, as formações baseiam-se no estudo e pesquisa bibliográfica feita por nós em acervos pessoais, internet, nos referenciais dos CDs (recebidos no momento da formação inicial) impressos para manuseio e nos trabalhos feitos junto aos formadores estaduais. Todavia, sempre há necessidade de mais vivencias e fundamentação teórica, principalmente quando se trata de currículo e sua associação com a rotina da sala de aula.
Em relação ao tempo, foi bem administrado, havendo espaço para cada ação prevista e planejada. Já quanto aos materiais selecionados, é insuficiente a opção de estar disponível apenas em CD e não impresso. Mas, todo o referencial é considerado eficaz para o avanço das ações.
Frente a isso, usamos o tempo, material e conhecimentos que temos para favorecer o envolvimento e desenvolvimento dos professores, nos instigando cada vez mais a fazer o melhor para atingirmos os objetivos de alcançar uma educação de qualidade e significância para a vida de cada estudante.

Assim, enfatizamos a importância das formações compartilhadas com outros municípios e formadores estaduais para o nosso desenvolvimento cognitivo e relacional, bem como, da entrega do material impresso para nós orientadores e professores. E sentimo-nos felizes por fazermos parte de um grupo que busca melhorias, estarmos sendo valorizados como orientadores de estudo e contarmos com o Pnaic em nosso município.


Para refletir

Uma história real.
Esta é a história de um soldado que, finalmente voltava para casa, depois de ter lutado no Vietnã. Ele ligou para os pais em São Francisco: 
- Mamãe, Papai, estou voltando para casa, mas antes quero pedir um favor à vocês. Tenho um amigo que eu gostaria de levar junto comigo.
- Claro, eles responderam. Nós adoraríamos conhecê-lo também!
Há algo que vocês precisam saber antes, continuou o filho. Ele foi terrivelmente ferido em combate. Pisou numa mina e perdeu um braço e uma perna. Pior ainda é que ele não tem nenhum outro lugar para morar.
Nossa! Sinto muito em ouvir isso, filho! Talvez possamos ajudá-lo a encontrar algum lugar para morar!
- Não mamãe, eu quero que ele possa morar na nossa casa!
- Filho, disse o pai, você não sabe o que está pedindo? Você não tem noção da gravidade do problema?
A mãe concordando com o marido reforçou:
Alguém com tanta dificuldade seria um fardo para nós. Temos nossas próprias vidas e não queremos uma coisa como essa interfira em nosso modo de viver. Acho que você poderia voltar para casa e esquecer esse rapaz. Ele encontrará uma maneira de viver por si mesmo!
Nesse momento o filho bateu o telefone e nunca mais os pais ouviram uma palavra dele.
Alguns dias depois, os pais receberam um telefonema da polícia, informando que o filho deles havia morrido ao cair de um prédio.
A polícia porém acreditava em suicídio.
Os pais, angustiados voaram para a cidade onde o filho se encontrava e foram levados para o necrotério para identificar o corpo.
Eles o reconheceram e, para o seu terror e espanto, descobriram algo que desconheciam:
"O FILHO DELES TINHA APENAS UM BRAÇO E UMA PERNA!"
Os pais nessa história são como nós, achamos fácil amar aqueles que são perfeitos, bonitos, saudáveis, divertidos, mas não gostamos das pessoas que nos incomodam ou não nos fazem sentir confortáveis.
Esta noite, antes de dormir, façamos uma prece a Deus, para que nos dê as forças que precisamos para aceitar, sem restrições, as pessoas como elas são, mesmo que diferentes de nós.

"Para o mundo você pode ser uma pessoa, mas, para uma pessoa você pode ser o mundo."

Formação 2º ano


FORMAÇÃO DE PROFESSORES 2º ANO







Ficha de Avaliação Professor Alfabetizador - Orientadora Carmen

AVALIANDO AS PRÁTICAS
Professor alfabetizador: ____________________________________________
Turma:__________________________________________________________
Orientadora de estudo: Maria do Carmo Pereira
Como vem acontecendo suas aulas?
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Você tem utilizado os 5 tempos didáticos?
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Quais as dificuldades apresentadas?
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________.
Quais  os avanços?
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________.
A formação tem contribuído para a melhoria da sua prática?
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________.
Qual o tratamento tem sido dado à rotina didática: uso de fichas e cartelas, cartazes, generos textuais – advinhas e trava-linguas – e jogo?
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Você está conseguindo fazer as intervenções significativas em sua sala de aula com seus alunos?
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Como posso ajudar (enquanto orientadora de estudos) a melhorar sua prática ou intervir nas situações ocorridas na sua turma?

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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

PROJETO INTERDISCIPLINAR


TRABALHO INTERDISCIPLINAR REALIZADO PELAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
                  Escola Rafael Ferreira Neves
Preservando o meio ambiente através da reciclagem.

   




SEQUENCIA DIDÁTICA
Professora :  Solange santos  Gomes De Souza
Orientadora: Ronerian Nunes Coelho
Gênero:Música
Conteúdo: O canto da cidade

Objetivos:
Desenvolver o gosto e o prazer da leitura através da música.
Identificar  quantidade de sílabas em cada palavras.
Desenvolver a habilidade de entonação na leitura de acordo com o sinal de pontuação utilizado.
Conhecer cada parte do corpo humano.
Reconhecer  o meio urbano e suas  diferença.

Eixo;   Português, Ciências e Geografia

METODOLOGIA
1º Momento:

Fazer a leitura da música ( O canto  da cidade ) Levar os alunos para o pátio para cantar e fazer a dramatização da música.


2º Momento:
Anexar a letra da música no cantinho as leitura e pedir que procure dentro da musica os nomes (gueto afoxé) em seguida dividir a classe em grupo entregar o dicionário e pedir  que  procure o significado dos respectivos nomes.


3º Momento
Em grupo entregar tirinhas pedir que façam a leitura das mesmas.
Fazer um círculo e montar as tirinhas para formar um texto.


4º Momento
Texto informativo sobre as partes do corpo humano com perguntas orais e escritas.


Retomar  para a música o canto da cidade e criar coletivamente uma paródia cantar com a turma e fazer a dramatização:

Paródia   
O canto da escola
A cor dessa escola sou eu
O canto dessa escola é meu
O estudo, o interesse, a fé
Eu vou aprendendo  e a até
Pela escola bonita
O curso  do pnaic
E a pesquisa, de onde vem?
Todo mundo explica
Que escola bonita
Ô Ô verdadeiro amor
      Ô Ô prá escola 
                              eu vou.  
                                          
5º Momento
Em grupo entregar gravuras de diferentes cidades e pedir que  façam comentários sobre as gravuras.
Através dos comentários dados pelos alunos criar um texto coletivo registrar no quadro pedir que fizessem à rescrita e leitura.
Avaliação


De maneira processual e contínua de forma diagnóstica envolvendo todos os aspectos qualitativos e quantitativos.
Solange santos Gomes - Professora alfabetizadora do 2º ano da Escola Municipal Anísio Teixeira - Água Limpa

Apresentação Orientadora Ronerian Nunes Coelho

Olá colegas
Vou me apresentar
Sou professora graduada em pedagogia
E pós-graduada em psicopedagogia
Meu nome é Ronerian
Filha de Jucuruçu
Lugar muito distante
Mas com desejo de impactar
                                   Para chegar até aqui                                                                      
Obstáculos  enfrentei , mas me sinto feliz
Por hoje bons  conhecimentos conquistei.
É uma satisfação está na educação
Pois é um ato perfeito que está dentro do peito
Contribuir com as crianças que é nossa esperança
Do futuro de uma linda nação.

No Pacto entrei
Com medo fiquei
Mas hoje agradeço

Os conhecimentos que ganhei.


Relato de experiencia - Andréia Silva Silveira - Orientadora Carmen

Relatos de experiências

 

Relato 01
Na minha turma, muitas são as alternativas e experiências efetivadas diariamente, na tentativa de buscar a melhor maneira de envolver o aluno no universo do conhecimento. Pois, acredito que para aprender acerca do mundo, as educandos necessitam se movimentar e interagir uns com os outros e com os objetos do conhecimento, proporcionado pela rotina. Busco em minha sala valorizar as ações das crianças, suas expressões, a imaginação, as falas e as produções. Bem como, consentir que os materiais e mobiliários fiquem à disposição da turma de modo a permitir variadas possibilidades de expressão - verbal, gráfica e plástica.

 


Andréia Silva Silveira- 1º ano matutino, Escola Orlandino Lopes da Paixão, Monte Azul, Jucuruçu, Bahia.

O RIO JUCURUÇU - ORIENTADORA CARMEN

O Rio Jucuruçu

O Rio de minha cidade
Tem um nome interessante
É de origem Tupi Guarani
E significa cobra gigante.

Nasce em Felizburgo bem pequeno
Vai crescendo devagar
Passando por vários lugares
Até no Prado desaguar.

Por onde tem passado
Foi sinônimo de fertilidade,
Mas em troca tem recebido
As sujeiras da cidade.

Sei que é nosso dever
Fazer algo para mudar
Conscientizar todo o povo
A ele melhor.

Suas águas tem diminuído
Com suas margens descobertas.
Se ele acabar a cidade acaba
Fica aqui a o alerta.

Vamos cuidar do Rio
Que é nossa identidade
Fazendo matas ciliares
E limpando de verdade.

Aos colegas, professores
E a toda população
Vamos salvar o nosso rio
E fazer educação.

Pois se nada agora fizermos
Vou perder a esperança
De ter um rio limpo e bonito
Ele vai ficar apenas na lembrança.





Jucuruçu, Bahia

Sequencia Didádica Parlendas Orientadora Carmen

Esse trabalho foi criado por algumas colegas do curso. Estou dividindo com vocês aqui. Tenho certeza de que será de muita utilidade.

SEQUÊNCIA DIDÁTICA: PARLENDAS

Público alvo: Crianças do 1º Ano
Tempo previsto: Um mês
Área trabalhada: Linguagem – Eixos: Leitura, Oralidade e Apropriação do Sistema de Escrita.

JUSTIFICATIVA:

 As parlendas são antigas manifestações da cultura popular, universalmente conhecidas e mantidas vivas através da tradição oral. São textos que pertencem a uma longa tradição de uso da linguagem para cantar, recitar e brincar. As Parlendas são de uso de domínio público, ou seja, não se sabe quem as inventou: foram simplesmente passadas de boca a boca, das pessoas mais velhas para as pessoas mais novas.
A presença dos textos de tradição oral na sala de aula favorece a valorização e a apreciação da cultura popular, assim como o estabelecimento de um vínculo prazeroso com a leitura e a escrita.
Quando as crianças ainda não lêem e escrevem convencionalmente, as atividades de leitura e escrita com esse tipo de texto que conhecem de memória, podem possibilitar avanços em suas hipóteses a respeito da língua escrita. Assim, as atividades realizadas nesta sequência foram planejadas e orientadas com o objetivo de promover uma aprendizagem especifica e definida, com a intenção de oferecer desafios com graus diferentes de complexidade para que as crianças possam ir, paulatinamente, resolvendo problemas a partir de diferentes proposições.
Atividades a serem realizadas dentro da sequência:
·               Leitura feita pelo professor: realizar diariamente para possibilitar o contato frequente dos alunos com as parlendas.
·                Leitura pelas crianças: atividade de leitura em que as crianças, utilizando seus conhecimentos sobre a escrita, localizam palavras em um texto conhecido.
·               Pesquisa de outros textos: as crianças pesquisam outros textos do mesmo gênero em livros e com a família (entrevista com pais, avós, amigos).
·               Leitura coletiva: ler cantar, recitar e brincar com as parlendas. Essa leitura está diretamente vinculada ao brincar, a desconcentração, ao prazer. Os textos lidos podem ser ilustrados pelas crianças e afixados na sala de aula em forma de cartaz.
·               Roda de conversa: momento de socializar experiências e conhecimentos; momento de troca entre os alunos (recitar parlendas, brincar a partir de suas escolhas).
·               Escrita individual: momento em que as crianças passam a escrever as parlendas segundo suas hipóteses, com o objetivo de refletir sobre a forma de escrever as palavras.

CONTEÚDOS:

·               Participação em situações que os adultos lêem textos, desenvolvendo a sensibilidade e o gosto pela leitura de PARLENDAS;
·               Conhecer diferentes PARLENDAS através das brincadeiras, da leitura e da pesquisa;
·               Participação em situação de leitura por si mesmos, ainda que não saibam ler convencionalmente, lendo textos que conhecem de memória;
·               Prática de escrita de textos memorizados: escrever títulos, completar trechos, fazer listas etc., utilizando o conhecimento de que dispõem no momento sobre o sistema de escrita;
·               Analisar o conteúdo lexical das PARLENDAS a fim de promover a ampliação do vocabulário;
·               Conhecer as principais características dessa modalidade textual;
·               Reconhecer a presença de rimas nas PARLENDAS apresentadas;
·               Criar novas rimas para as PARLENDAS, alterando-as e produzindo outras;
·               Ler as PARLENDAS respeitando a entonação própria dessa tipologia textual;
·               Ler, cantar, recitar e brincar com as PARLENDAS;
·               Valorizar as PARLENDAS como um elemento de preservação da cultura popular;
·               Compartilhar experiências de leitura;
·               Cooperar para que o trabalho seja conjunto;
·               Valorização da leitura como fonte de informação, prazer e entretenimento.


SEQÜÊNCIA DIDÁTICA

INTERVENÇÃO 1

Objetivo: Levantar os conhecimentos prévios do grupo acerca do tema.

1.        Expor uma parlenda no papel metro e realizar a leitura. Após a leitura questionar:
    • Quem já conhecia esse texto? Vocês aprenderam onde? Com quem?
    • Vocês conhecem outros textos parecidos com este? Quais? Registrar.
    • Vocês sabem como chama este texto?
    • Será que os nossos pais conhecem? Quem contou para eles?

Informar às crianças que esse texto é uma parlenda e que trata-se de um elemento da cultura popular, pois as parlendas são passadas de pais para filhos, de geração em geração. Por isso a maioria das pessoas mais velhas conhece muitas parlendas e podemos aprender com elas.

INTERVENÇÃO 2

Objetivo: ampliar o repertório das crianças apresentando e brincando com novas parlendas.

  1. Na roda, apresentar para as crianças livros de parlendas ou livros que contém parlendas;
  2. Deixar que elas manuseiem os livros e observem a diagramação dos textos.
  3. Escolher uma parlenda para recitar e brincar com as crianças.

OBSERVAÇÃO: essa intervenção deve ser realizada várias vezes durante a sequência para garantir o cumprimento do objetivo estabelecido.

INTERVENÇÃO 3

Objetivo: participar em situações de leitura por si mesmas, ainda que não saibam ler convencionalmente, lendo textos que já memorizaram.

1.    Apresentar uma parlenda em um cartaz e propor a leitura coletiva da mesma.
2.    Propor a leitura individual, atentando para os objetivos da pseudoleitura. (a criança deve ler o texto acompanhando com o dedinho, adequando o oral com o escrito).
3.    Ilustrar a parlenda com a participação de todas as crianças e expor.

OBSERVAÇÃO: essa intervenção deve ser realizada várias vezes durante a sequência para garantir  que as crianças ampliem suas experiências com a leitura e com a língua escrita. (Utilizar textos diferentes)

INTERVENÇÃO 4

Objetivo: identificar a organização gráfica da parlenda.

1.    Na roda, recitar a parlenda com as crianças.
2.    Dividir a turma em grupos.
3.    Entregar a parlenda em tiras e propor a montagem, observando a diagramação.
4.    Socialização do trabalho realizado nos grupos.
5.    Questionar:
·         Foi difícil organizar a parlenda?
·         Qual foi a dificuldade?
OBSERVAÇÃO: Caso a organização seja inadequada, intervir fazendo com que atentem para tal aspecto.

INTERVENÇÃO 5

Objetivo: diferenciar a parlenda de outros tipos de textos analisando a sua silhueta.

  1. Trazer para a sala de aula diferentes textos como: trava-língua, adivinhação, fábula, conto, noticia, poesia, PARLENDA.
  2. OBS.: É interessante que os textos estejam bem visíveis, assim eles podem ser recortados e colados em pedaços de cartolina para dar maior visibilidade às crianças  e facilitar o manuseio.
  3. Colocar os textos no centro da roda e solicitar que as crianças observem e descubram diferenças entre as parlendas e os outros textos apresentados (diagramação, ausência de autor);
  4. Discutir com o grupo as diferenças encontradas, informando sobre cada gênero textual apresentado (o que é um conto, o que é uma fábula, o que é uma poesia, o que é uma notícia etc.)
  5. Encerrar a roda escolhendo uma parlenda para brincar.

INTERVENÇÃO 6

Objetivo: identificar as rimas presentes na parlenda, alterando-as e produzindo outras parlendas.

  1. Apresentar a parlenda escrita em papel metro e realizar uma leitura coletiva, respeitando a entonação própria desse tipo de texto.
  2. Solicitar que identifiquem as palavras que rimam circulando-as com a mesma cor.
  3. OBS.: Informar as crianças o que é uma rima.
  4. Propor que as crianças alterem a parlenda criando outras rimas.
  5. Registrar a parlenda modificada na lousa.
  6. Brincar com a nova parlenda produzida pelo grupo.

OBSERVAÇÃO: essa intervenção deve ser realizada mais de uma vez para garantir o cumprimento do objetivo estabelecido. (com textos diferentes)

INTERVENÇÃO 7

Objetivo: analisar o conteúdo lexical das parlendas e promover a ampliação do vocabulário.

1.    Dividir a turma em grupos (ou duplas) e distribuir a mesma parlenda com lacunado nas palavras que rimam.
2.    Realizar a leitura da parlenda ampliando o tom de voz na hora da rima.
3.    Solicitar o preenchimento das lacunas.
4.    Socialização da atividade.

OBSERVAÇÃO: Para as crianças que ainda não lêem e escrevem convencionalmente, é necessário que as palavras que faltam sejam disponibilizadas em fichas. Essa atividade deve ser realizada mais de uma vez com textos diferentes e que as crianças saibam de cor.

INTERVENÇÃO 8

Objetivo: conhecer as principais características organizacionais dessa modalidade textual.

1.    Apresentar a parlenda escrita em papel metro.
2.    Ler a parlenda com as crianças e questionar:
·         O que é comum entre as parlendas já vistas até agora?
·         O que é característico em uma parlenda?
3.    Anotar na lousa as hipóteses das crianças.
4.    Analisar com o grupo as hipóteses levantadas e ampliar o conhecimento das crianças, sistematizando os conhecimentos construídos.

CARACTERÍSTICAS DAS PARLENDAS: rimas, escrita em versos, cada verso é escrito em uma linha, são textos engraçados, são textos de tradição oral por isso não tem um autor conhecido, são textos para brincar.

INTERVENÇÃO 9

Objetivo: ler, cantar e socializar experiências e conhecimentos.

1.    Apresentar na roda diferentes parlendas escritas em papel ofício.
2.    Realizar a leitura junto com as crianças, respeitando a entonação própria desse tipo de texto.
3.    Dividir a turma em grupos – cada grupo receberá uma parlenda.
4.    Promover um jogral: dividir a parlenda em partes para que todos tenham oportunidade de recitar durante a apresentação.
5.    Ensaiar com cada grupo.
6.    Apresentação dos grupos.
7.    Propor a ilustração da parlenda que cada grupo apresentar. (Essa atividade pode ser realizada em cartaz).


Grupo: Kézia, Lenilda, Silvia, July, Meirian, Geiza e Zilma.